Parque Fiúsa integra arquitetura, urbanismo e paisagismo em novo conceito de bairro em Ribeirão Preto
magem 3D do Parque Fiúsa mostra a integração entre arquitetura, paisagismo e espaços de convivência, com caminhos arborizados e ampla presença de vegetação.
Empreendimento reúne masterplan da Perkins&Will, paisagismo de Rodrigo Oliveira e cerca de 30 mil metros quadrados de áreas verdes abertas à comunidade
Arquitetura, urbanismo e paisagismo foram planejados de forma integrada no Parque Fiúsa, empreendimento em implantação na Av. João Fiúsa, no Jardim Olhos D’Água, zona sul de Ribeirão Preto. Com 14 torres residenciais planejadas, mall comercial e áreas verdes abertas à comunidade quando estiver pronto, o empreendimento foi concebido para funcionar como um bairro conectado, e não como um conjunto de edifícios isolados.
O masterplan é assinado pela Perkins&Will, referência internacional em arquitetura e design, e o paisagismo está a cargo do premiado Rodrigo Oliveira. A proposta organiza os 14 terrenos como uma unidade urbana, estabelecendo conexões entre as torres, os espaços de convivência, os acessos de veículos e os percursos destinados aos pedestres. Os detalhes podem ser conferidos pelos interessados em dois podcasts gravados com o arquiteto Fernando Vidal, Managing Director e Principal da Perkins&Will São Paulo, e com Rodrigo Oliveira, disponíveis no canal do Youtube do Parque Fiúsa - https://www.youtube.com/@parquefiusa.
O planejamento distribui acessos, serviços e espaços de convivência em diferentes pontos do empreendimento, concentrando acessos e serviços em pontos estratégicos. A entrada do Parque Fiúsa também contará com um mall comercial, com estabelecimentos destinados a atender moradores e a população do entorno.
“Desde o início, o desafio foi pensar os 14 terrenos como um único bairro, com uma identidade comum e uma organização capaz de integrar os diferentes edifícios. O masterplan procura equilibrar a circulação de pedestres e veículos, os acessos, as áreas de convivência e os serviços, criando uma experiência urbana mais completa”, afirma Fernando Vidal.
A relação entre os edifícios e a paisagem é outro elemento central do empreendimento. Aproximadamente 30 mil metros quadrados serão destinados a áreas verdes abertas à comunidade, com árvores de grande porte, espaços de permanência, equipamentos para crianças e ambientes voltados à convivência.
Paisagismo
O paisagismo foi planejado considerando o crescimento das árvores ao longo dos anos. O espaçamento entre as mudas será definido de acordo com o porte que cada espécie deverá alcançar na fase adulta, permitindo que, futuramente, as copas se encontrem e formem uma paisagem semelhante a uma mata, com áreas sombreadas e temperaturas mais amenas junto aos edifícios e percursos.
“A ideia é realmente criar uma floresta, fazendo com que os edifícios pareçam surgir em meio à vegetação. O distanciamento inicial entre as árvores considera o tamanho que terão quando adultas. Com o tempo, as copas devem se encontrar, formando sombra, contribuindo para o microclima e criando uma paisagem mais natural”, explica Rodrigo Oliveira.
A escolha da vegetação também considera as condições climáticas de Ribeirão Preto e a necessidade de formar um jardim capaz de se desenvolver de maneira natural ao longo do tempo. Serão utilizadas árvores nativas de grande porte, espécies frutíferas e plantas adaptadas ao clima local, com diferentes alturas e densidades de folhagem, reforçando a capacidade do conjunto de amenizar o calor e filtrar parte da poluiçãoo atmosférica. A composição favorecerá também a presença de pássaros e outros animais da fauna da região, ampliando a biodiversidade e contribuindo para o equilíbrio ambiental do empreendimento.
Entre os espaços previstos está um circuito de quase 2,5 quilômetros para caminhadas, corridas e passeios. O percurso será integrado às áreas verdes, ao mobiliário urbano, aos espaços infantis e aos ambientes destinados aos pets, incentivando moradores e visitantes a utilizarem o entorno dos edifícios.
O Empreendimento
Em implantação em um terreno de aproximadamente 120 mil metros quadrados, o Parque Fiúsa terá cerca de 385 mil metros quadrados de área construída, 1.500 unidades residenciais com metragens entre 60 e 400 metros quadrados e capacidade estimada para 4.500 moradores.
Com Valor Geral de Vendas superior a R$ 2 bilhões, o empreendimento será desenvolvido ao longo de um ciclo estimado entre cinco e oito anos. As obras de infraestrutura já foram iniciadas e a primeira torre tem lançamento previsto ainda em 2026.
O Parque Fiúsa é uma iniciativa da Olhos d’Água Empreendimento Imobiliário. As torres serão desenvolvidas por construtoras e incorporadoras de Ribeirão Preto, enquanto a imobiliária Fortes Guimarães participa da apresentação do empreendimento ao mercado e do relacionamento com as empresas interessadas.
